Tecnologia Marketing Design de Internet

Tecnologia Marketing Design de Internet Tecnologia Marketing Design Thalis Valle é formado em Publicidade e Propaganda, e exerce nas áreas de Design e Gestão de Marketing/Comunicação Digitais como Freelancer.

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Interface minimalista e pedido de socorro ao Google

Quarta, mar 19th, 2008

Esta é a primeira insersão que faço com o sistema ativo novamente.
Pela urgência de ser visto pelo Google, upei o banco de dados gravados com caracteres estranhos, devido incompatibilidade. Estarei atualizando pouco a pouco.

Logo, estarei rodando um novo layout com novos esquemas de SEO.

Acessibilidade e usabilidade na web: um caso sério

Quinta, dez 7th, 2006

Freirinha sabe usar site difícil?Caro leitor, se você não faz parte da grande famí­lia de desenvolvedores web; designers, programadores e projetistas, você se colocaria como sendo um usuário de internet que tem pleno direito de acessar qualquer site que desejar, sem nenhuma restrição de tipo de conexão, plataforma, browser, plugins, etc. Você usuário, sempre desejará de qualquer site, maior funcionalidade e acessi­bilidade, como eu mesmo já cobrei algumas vezes de sites de E-commerce.

Se você faz parte da grande famí­lia, principalmente se é um projetista ou designer, além de o desejar [Ah! Aqui, seu ní­vel de cobrança não seré tão grande quanto o de usuários (heavy users) exigentes, pois você sabe o quanto é trabalhoso e caro projetar sites acessí­veis e de boa usabilidade] você vai se questionar:

“Viche! Será o começo de uma nova era que ameaça o meu querido emprego, ou uma forma de empurrão pra correr atrás de novos horizontes; maior conhecimento sobre o tema de acessibilidade?”.

Ah, você terá que investir alguns $, caso seu chefe nãoo banque.

A questão é que, na era Web 2.0, acessibilidade e regras/maneiras de usabilidade será cada vez mais exigido, até chegar o dia em que não somente sites públicos deverão ser acessí­veis, mas todos os demais que estão publicados na web.

Epa! Se esse dia chegar, o que será de sites como o da “padoca” aqui perto de casa, heim? Eu lhe respondo:

Fim!

Foi depois de ler esta notí­cia que eu decidi escrever este artigo. A verdade é: deficientes fí­sicos não podem navegar em sites que, “poderiam facilmente ser alterados para atender aos padrões internacionais de acessibilidade”.

“Nós temos alguns obstáculos a superar”, disse Leonie Watson, da Nomensa, que é deficiente visual, em entrevista coletiva na sede da ONU.

Sabendo disso, quem vai pôr a mão na massa? Seria, eles investem (nos pagando) e nós trabalhamos pra desenvolver. Teremos que fazer a nossa parte… é inevitável. E, quanto antes, do que tarde.

Eu mesmo, que não sou expert em acessibilidade e usabilidade, já estou vendo de comprar alguns livros pra ficar bem mais por dentro. Penso até em treinamentos.

E você, amigo leitor/desenvolvedor? Vai ignorar a realidade (pensar que isso não vai dar em nada) e continuar apenas se preocupando com o que é certo ou errado no XHTML/CSS?

[tags]acessibilidade, usabilidade, webstandards[/tags]

Formulário semântico e acessí­vel

Sábado, nov 4th, 2006

Esta semana peguei um formulá¡rio de boleto online para torná-lo semântico e acessível, e no momento em que alterava aqui e ali, pensei: preciso escrever artigos voltados ao desenvolvimento web.

Não vou falar de tags como h1, h2, h3, h4, h5, h6 ou p, span, blockquote etc. Todos já estão “carecas” de saber o que é certo e o que é errado.

Tive a idéia de escrever um artigo sobre formulários depois de alterar um boleto online que continha um fonte totalmente fora da realidade. Então, estou pegando um simples formulário escrito em HTML, para deixá-lo acessével e correto, semanticamente falando.

Há vá¡rios tópicos que eu poderia abordar sobre usabilidade, mas não quero o fazer agora. O que eu quero é mostrar a parte “por trás”, da coisa. Sei que muitos ainda se esquecem de escrever corretamente formulários HTML, pensam em tudo, mas quando chega a hora, esquecem de coisas simples que fazem grande diferença aos usuários de leitores de tela ou para aqueles que por algum motivo, não podem usar o mouse.

O preview abaixo, é de um simples formulário de 5 campos, escrito do modo antigo:

Formulário de exemplo 1

Clique aqui para ver o código fonte.

Vamos fazer a mágica? Abaixo, segue a lista das etapas para a transformação do formulário:

  1. Adaptação do fonte para XHTML 1.0 Transitional;
  2. Eliminanação das tags table, tr, td e font;
  3. Folha de estilos separada da estrutura de marcação;
  4. Insersão de tags específicas para formulários semânticos e acessíveis: fieldset, legend, label, optgroup, tabindex e accesskey;
  5. Validação do formulário.

Pronto! Confira o resultado do novo formulário semântico e acessível logo abaixo ou clique aqui para ver o resultado:

Exemplo de formulário semântico

Baixe os fontes formulário acessível

WEB 2.0, a psicologia da realidade tecnológica da internet

Quinta, ago 3rd, 2006

A WEB 2.0 trouxe aos desenvolvedores e designers de internet [claro, os designers se preocupam com ergonomia e usabilidade], uma grande responsabilidade para com este ambiente moderno e funcional, projetado para que haja uma troca de dados, mais eficáz. Este é um ambiente que proporciona agilidade nos negócios, e é fonte de informação em tempo real.

A WEB 2.0 é a mudança de um estado psicológico atrasado, para uma visão clara; a da realidade. É a psicologia da realidade tecnológica da internet. Essa mudança não pára, e nós, profissionais de internet, precisamos abrir nossas mentes e bocas, para comer e beber conhecimento.

Novas tecnologias e métodos estão surgindo, e o que hoje talvez, pode não estar tão difundido, amanhã vai estar na “boca do povo”. Se atualmente, é difícil acompanhar toda essa tecnologia, devido o “acesso restrito” - até que tudo seja Open Source, ainda vai ter muita cabeça brigando -, os fissurados pela web, continuarão fazendo conforme sabem e podem. E não pára.

O que me fez pensar bastante, sobre a possibilidade de uma comunicação mais eficáz, entre os sistemas de busca, foi a maior abordagem sobre os microformatos. Esse método foi muito bem planejado e todos os desenvolvedores deverão dominar. Assim, como o método tableless (que aos poucos foi sendo abordado) e que hoje ficou bem conhecido, os microformatos também serão. Pensem na possibilidade de novos upgrades do XHTML, com maior suporte aos microformatos. Isso é só mais uma idéia, a de que a web ainda vai surpreender, mais.

Agora eu pergunto: gostaria de saber dos leitores (que aos poucos estão se tornando fiéis ao blog) e que trabalham com internet, se já tiveram algum tipo de contato com os microformatos. Meus caros, o que vocês pensam a respeito?

Uma batidinha de Design e Semântica

Segunda, jul 31st, 2006

Hoje, decidi escrever sobre o meu ponto de vista entre design e semântica, duas palavrinhas que devem ser entendidas como um todo, a resultar numa boa batidinha. Sem álcool.

Alguns profissionais estão deixando de lado a estética da web, para ressaltar o valor da semântica. Do mesmo modo como a ergonomia não pára, a semântica organiza, o design dá a beleza.

Um exemplo: qual seria a meta de uma marca disponibilizar um site com a semântica 100% em dia, deixando a desejar na questão de layout, se a marca tivesse de vender arte, design? Ou então, o que seria de um site com um layout respeitado, mas com uma estrutura semântica, quase zero? Seria questão de planejamento ou “seguir” o que os outros estão fazendo, mesmo não sabendo que fazer bonito não é fazer certo?

Penso que, é preciso planejar para desenvolver um site que sirva de ferramenta, para se conquistar algo. E design e semântica devem trabalhar juntos para que um site consiga alcançar metas.

A semântica é a organização e uso correto dos dados da estrutura XHTML. O design é a arte de conseguir seu valor estético, dar as vestes mais apropriada - a pele do esqueleto. E agora, fazer bonito ou fazer certo? Fazer bonito e fazer certo!

Acredito que a semântica é uma questão muito importante, àqueles que desejam ser verdadeiramente profissionais de internet. Hoje, ter um site na internet não significa nada, não abre nenhuma porta e não alavanca nenhuma venda. Um site pode ser uma boa ferramenta de marketing, mas como qualquer ferramenta, ela deve funcionar. Agora, jogue o açucar na taça - o design, responsável pelo real valor estético, da coisa.

Portanto, um bom profissional deve não só leiautar, como saber tratar informações. E
pra concluir, vai um parágrafo de um post do Henrique Costa Pereira, no Web Insider:

“Nos Estados Unidos e na Europa as empresas pagam alguns milhares de dólares e euros pela otimização de mecanismos de busca (SEO Search Engine Optimization). No Brasil esta prática ainda parece um pouco travada pelo ego de grandes empresas e agências que fazem sites bonitinhos e mal desenvolvidos.”

Mas e se os sites bonitinhos estivessem devidamente estruturados quanto á semântica? Seria o ideal!

Não basta ser HTML, tem que estar semanticamente correto e visível

Sábado, jul 22nd, 2006

Ultimamente é possível encontrar na internet, vasta referência sobre E-mail Marketing e Spam. Agora mesmo estava relendo o artigo “Qual o melhor formato para e-mail marketing?” postado pelo Carlos Humberto, no Web Insider. É um ótimo artigo para desenvolvedores, mas, ao meu ver não depende somente de informação, depende também de conhecimento e bom senso.

Eu particularmente escolho o formato HTML/CSS, quando desenvolvo newsletters para os clientes. Mas, isso não significa nada. O mais importante é escrever de modo correto, para que o arquivos sejam exibidos certos nos mais variados clientes de e-mail e webmail. Esqueceram que grande parte dos usuários usam Webmails?

Utilizando DIVS e imagens bem tratadas eu consigo reduzir muito o tamanho de uma Newsletter, comparando com arquivos HTML/table. É importante que os desenvolvedores tenha consciência disso.

Costumo receber Newsletters de diversas empresas, e ainda hoje vejo arquivo pesados e cheios de tabelas e tags font, imagens que demoram pra carregar (mesmo com banda larga), javascripts etc. Resumindo: um lixo. Eu nem clico, de raiva! rs

Então, conhecimento e bom senso.

Em um outro post, colocarei um exemplo de Newsletter em HTML/CSS.

Nós fazemos a Web

Sexta, jul 7th, 2006

Nós fazemos a web! Sim, somos nós, desenvolvedores, os responsáveis pela gestão da informação digital e design de interface.

Era uma vez uma rede brasileira que surgiu por volta de 1987, quando um grupo de pesquisadores acadêmicos se reuniu na USP, junto a representantes do governo e da Embratel, para decidir a criação de uma rede nacional de pesquisa com fins acadêmicos. Foi no ano seguinte que tudo se concretizou. O LNCC (Laboratório Nacional de Computação Científica), CNpi (Centro Nacional de Pesquisa em Informática) e a Fapesp ligaram-se a redes internacionais. Em 1994, após muitos estudos, a internet chegou ao Brasil.

Nesta época, eu que ainda brincava de bola e nem tinha computador nem imaginava um dia entender tecnologia de internet. Quando ganhei meu primeiro PC (com modem 56kbps) em 1999, fiquei maravilhado com a web. Naquela época eram raros os sites bem estruturados, esteticamente falando. Ninguém sabia como escrever HTML, o que ocasionou curiosidade por parte dos internautas. Os “micreiros amadores” surgiram. (Eu fui em deles. E quem não foi?).

Houve uma epidemia de amadores brincando com HTML escritos de modo errado, imagens estouradas e não equalizadas. Quando a internet ficou mais séria, perceberam que a tecnologia crescia e o conteúdo ficava cada vez mais amplo. Os “micreiros” de fim de semana tiveram que abandonar suas atividade, para dar lugar aos Web Developers e Web Designers.

Hoje, os desenvolvedores precisam escrever seus sites corretamente e estar “em dia” junto ao W3C. Além da questão de semântica é preciso estudar questões ergonômicas favoráveis à funcionalidade e usabilidade. Há também a questão da linguagem dinâmica adequada, dependendo da categoria, segmento e porte de cada site.

O que o futuro reserva? Uma das grandes novidade, foi a criação do sistema de busca de microformatos, Technorati Tag Search, da Technorati. A Technorati é o maior incentivador dos microformatos, que aos poucos se adaptará à web. Até Bill Gates já declarou oficialmente que usará os microformatos nos seus próximos sistemas. A Yahoo e outros grandes também estão na parada. Alguém tem duvidas de que microformats será o futuro?

Quem acompanhará toda essa tecnologia [que às vezes me dá medo]? Somos nós!

A Web, que está se tornando uma plataforma, depende de nós que trabalhamos exaustivamente a seu favor. Os beneficiados: o mundo todo! Será que estou viajando?

Nós fazemos a web, sim!

Design E Conteúdo

Terça, jul 4th, 2006

design_informacao

Estava lendo “Como ganhar dinheiro na Internet: Primeiro, extermine seu designer” de Carlos Cardoso, no Contraditorium, o qual me inspirou a escrever este post.

Tudo o que ele escreveu me fez imaginar que muitos ainda pensam como ele, segundo a tese de que o design é inimigo indireto do sucesso on-line. Discordo. Sei que você vai pensar que eu, com toda certeza, sempre falarei a favor do bom design, mas, neste caso, preciso abrir os olhos de alguns, principalmente dos que buscam referência sobre design de internet.

Começo dizendo que cada caso é um caso. Isto é clichê, mas é realidade. Esta aversão ao bom design aumentou conforme a blogsfera foi crescendo, pois trata-se de conteúdo informativo (em texto) na grande maioria dos casos, como, por exemplo, reviews, releases, adsenses, adwords, hyperlinks etc. Mesmo supondo que um site seja alltype, é preciso entender o layout como um todo.

Layout não se resume com imagens legais ou boxes coloridos. O design de um site agrega o valor de se conciliar estética ao conteúdo informativo. Ou seja, é necessário saber usar o que se tem em mãos, da melhor maneira, a fim de dar uma “cara”, uma identidade, ao site em questão. Agora é hora de voltar a repetir: cada caso é um caso.

O Carlos disse: “ORKUT - Mais feio que aquilo, impossível. Desde as cores até os formulários. O tal do Orkut deve ser cego de pai e mãe. Mesmo assim tem milhões e milhões de usuários.”

Nunca um layout vai agradar a todos, pois envolve questões pessoais, e muito menos à queles que não podem falar sobre design. Neste caso, não que o Orkut não tenha layout - considerado como feio -, mas um layout baseado numa interface amigável quanto à navegabilidade, e quanto à s cores, “padrões” da internet, com pouco contraste.

Popularmente falando: simples e ignorante, não para tirar “ooohhh” dos designers, mas em favor à funcionalidade para a massa.

O Marketing de internet não tem nada a ver com isso, até o momento em que um blog desejar criar suas ações pra alguma finalidade e atingir uma meta. Todos estes casos citados por Cardoso, não foram bem-sucedidos devido ao conteúdo somente, mas sim, por causa do marketing, seja lá de qual segmento. Hoje esses sites não são apenas uma logomarca no canto superir esquerdo da tela, mas são empresas ou, pelo menos, devem ser consideradas como uma.

Como estaria o valor estético da marca Coca-Cola, se tivesse um site assim? Ou então, o que seria do conceito visual da Apple, se não dessem tanta importancia à imagem, ao design? O que seria da Nike se fosse uma marca preocupada apenas em descrever os seus produtos? O Design é “inimigo” destas poderosas?

Às marcas, a identidade. Elas buscam a sua. O site - a mesma coisa.

Sempre houve diferença (quando se fala de estética) entre os Designers de Interface e Analistas de Sistemas, entre o Designer de Web e Programador de Web. Para o designer, sites bonitos e estratégicos, para os programadores, textos corridos e interfaces minimalistas. Isso não poderia ser entendido como briga de teses e gostos, mas como casos específicos.

Portanto, exterminar o design, jamais!

Melhores práticas para Web Móvel

Quarta, jun 28th, 2006

O W3C inicia uma nova etapa à consolidação dos padrões web, deste vez, para dispositivos móveis. O projeto Mobile Web Best Practices 1.0 é uma iniciativa do W3C em conjunto com 30 empresas, incluindo Nokia, Ericsson, Opera, Software e Microsoft.

O Mobile Web Best Practices 1.0 defini as regras de usabilidade e programação, e diversos assuntos aos desenvolvedores web móvel.

O que seria de nós se não fosse o W3C? Responsável por uma “filtragem” de profissionais de web, o W3C vem praticamente acabando com os “micreiros” - responsáveis pelos sites programados de modo errado e “anti-standars” -, forçando-os a se adaptarem à situação atual, da tecnologia da Web Mundial. A Web 2.0 é uma web séria. Hoje, as marcas e as grandes empresas já reconhecem a web, como uma mídia poderosa para ações de marketing. As marcas e as grandes empresas não desejam somente estar presentes na internet, mas também ter resultados. E os resultados só aparecem para as empresas que investem.

Essa é uma grande iniciativa, pois os dispositivos móveis estão aí. A web precisa acompanhá-los.

Opera 9.0

Quarta, jun 21st, 2006

A Software ASA, líder industrial no desenvolvimento de tecnologia de browser de web, que começou como um projeto de pesquisa na maior empresa de telecom da Noruega, Telenor, em 1994, acabada de lançar uma nova versão do Browser Opera.

O Opera 9.0, já está disponível para download. Algumas das novidades são, a inclusão de cliente BitTorrent, aplicações WidGets, bloqueador de conteúdos, melhorias no RTF, barra de segurança, etc.

Eu já baixei o meu! Confesso que o meu predileto é o Firefox, que uso como browser default. Mas o Opera é indispensável para desenvolvedores.

Porque usar os padrões Web?

Sexta, mai 19th, 2006

Estou deixando aqui, a recomendação de um artigo do João Pereira (Webinsider), em que ele fala dos Padrões Web. Recomendo a leitura, principalmente para as pessoas que ainda não aceitaram o termo. Pois, “A abordagem dos padrões web não é uma alternativa, é uma necessidade, é olhar pro horizonte e admitir que mudanças estão por vir. Novos dispositivos, diferentes perfis de acesso (cada um com a sua necessidade específica) e a perspectiva da Web 2.0 contribuirão para o amadurecimento desta abordagem.”

Clique aqui para acessar o link original