Designer, como o MEC compreende a formação


A designer Cristina Jacó escreveu um artigo interessante sobre como a profissão de designer, hoje é vista pelo MECMinistério da Educação e Cultura.

Para ler o artigo na íntegra, acesse “Como o MEC compreende a formação em Design“, no portal Imasters.

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2 Responses to “Designer, como o MEC compreende a formação”

  1. Cristina Jac?

    Olá, li seu comentário a respeito do meu artigo e valeu pelo apoio. Mas lamento informar: o MEC não dá conta de tudo. Suas regulamentações são demasiadas abrangentes. Recentemente terminei uma pós na área de EAD, para embasar meu projeto de arte-educação: http://www.desenhotudo.com e no bojo do curso fui estudando a fundo estas resoluções e questões de regulamentação. Há brechas demais. E fica tudo no plano genérico. Daí tanta liberdade para criar “n” tipos e variações de cursos de design e de artes. Honestamente não sei se uma regulamentação profissional resolveria isso. O problema é mais profundo.Abração.

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  2. thalisvalle

    Olá Cristina,

    Obrigado pela mensagem. Acredito que, em geral a área de web ainda é muito pequena no Brasil no que diz respeito à mentalidade, no poder de fazer acontecer no ambiente. E acredito também, que muito o que já evoluiu em termos de tecnologia e funcionalidade, não é por um bem comum à humanidade ou uma sociedade que busca benefícios em algo, facilidade, etc. Mas como oportunismo negro, que enquanto uns (marcas) lucram com alguma funcionalidade ou tecnologia recente, outros decretam sua falência, por não poder acompanhar ou não poder usufruir de algo. Virou uma briga no ambiente. O mercado (que é a consequência) exige isso. Não existirá melhorias aos usuários que trabalham na web com fins lucrativos. Para esses, a realidade será cada vez pior, e quando ele cair em si e perceber que precisa fazer algo diferente por não ter a mínima condição de brigar com peixe (marca) grande, ele já estará prestes a falência na profissão.

    Quando se falo do que o governa pensa e faz pela internet, é a mesma coisa. Os políticos não estão nem aí para a internet. A preocupação deles é outra, e bem diferente.

    Estamos em 2008 e com toda essa tecnologia de hoje e pessoas tão bem preparadas para trabalhar com internet, num ambiente barato,  funcional e democrático (quer dizer, ainda não), apesar de tudo isso, vivemos um caos na área de desenvolvimento e uma pequena pitada de desconfiômetro na área de marketing.

    Pelo menos está mito difundido o conceito 2.0, que é a idéia, conteúdo, relação.

     

    Abraços

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