Google, Obama e a conspiração da Microsoft?


Dizem que o Google está namorando o Obama, e é tática defensiva.  Contra o quê? Dizem que é uma conspiração da Microsoft. Quem levantou essa possibilidade foi a Wired: “The plot to kill Google” (“O golpe para destruir o Google”).

Nicholas Thompson e Fred Vogelstein mergulham fundo na história do acordo que o Google tentou fechar com o Yahoo!, no ano passado. A idéia era exibir links patrocinados do Google nos sites do concorrente e também nos resultados de busca, nos Estados Unidos e no Canadá. Em troca, o Yahoo! receberia parte da receita publicitária. Na época, o Google afirmou que não se tratava de uma fusão e que não havia cláusula de exclusividade.

Segundo a Wired, eles (o Google) pretendiam dar uma turbinada nos cofres do Yahoo!, que já estava sendo cortejado pela Microsoft, e assim, evitar uma compra que poderia ser prejudicial para o gigante de buscas.

Steve Ballmer não gostou muito da brincadeira e viu nisso a possibilidade de lançar um plano maquiavélico contra o Google.

Foi muito simples. Lobistas foram usados para tentar influenciar o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que analisaria o acordo, de que sua aprovação daria ao Google o monopólio dos anúncios na web. Se isso ocorresse, a imagem cool do pessoal de Mountain View estaria manchada para sempre.

Quase deu certo. Os advogados do Google, que estavam confiantes no início do processo, perceberam o perigo e, três horas antes da audiência, cancelaram o acordo. A revista afirma, no entanto, que a conspiração está apenas começando. Outras empresas, como AT&T, Verizon e Comcast, e entidades, como a Association of National Advertisers, a National Association of Broadcasters, estão se unindo contra o Google para defender seus interesses.

Para quem acha que tudo não passa de exagero, recentemente o CEO da Microsoft, Steve Ballmer, deu uma entrevista à CNET. A jornalista Ina Fried perguntou a ele qual era a sua principal preocupação. Sabe o que ele disse? “Bem, em geral, a resposta é: Google, Google, Google, Google, Google.”

Diante desse cenário, apoiar religiosamente Obama, que parece ter idéias progressistas, um perfil bacana e uma mente mais aberta em relação à tecnologia, pode ser a única saída para Sergey Brin e Larry Page.

Mas, qualquer ajuda não virá de graça.

(Por Mauricio Moraes)

Que isso gente, magina… isso é coisa de filme só. Imagina se não estamos vivendo uma guerra em todos os segmentos e planos cósmicos…

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