A chegada do Windows 7 deve colocar um ponto final na trajetória do Windows Vista, um dos produtos mais desapontadores na recente história da Microsoft.
Esta é a opinião de pesquisadores do grupo de TI do Gartner, que estão aconselhando os clientes que ainda não fizeram upgrade do XP para o Vista a pularem a versão atual do sistema operacional da fabricante.
Os analistas disseram que as empresas deveriam pular essa versão se ainda não a tiverem instalado.
“Pule o Vista e foque no Windows 7“, afirmaram Silver e Kleynhans. É o mkt da microsoft entrando em ação.
Ontem eu reli o capítulo Administração, Negócios e Criatividade do livroConstruindo Uma Vida – Trajetória Profissional, negócios e O Aprendiz do Roberto Justus. Estou publicando aqui uma pequena parte interessante.
Paradoxo Profissional
“Com 15 funcionários, o número do nosso pessoal era muito superior às possibilidades de nosso faturamento, mas ao mesmo tempo era também muito inferior para atender às necessidades de um cliente maior. Era a estrutura minimamente necessária para operar a empresa, mas insuficiente para prestar serviços para um cliente de maior porte.” Isso acontece com todo pequeno negócio.
A Situação
Como atrair um grande cliente para uma empresa que não tem condições de atendê-lo?
“Na época, eu sentia que a única coisa a fazer era começar a trabalhar com seriedade – e pesado.”
Não significa que o “funcionário” tem que morar dentro da empresa, ser o office-boy, limpar o banheiro, tirar os lixos, concertar os cumputadores, fazer hora extra mas não receber, etc. Isso é uma questão de atitude coletiva e seriedade que deve antes de qualquer coisa, partir do dono do negócio.
Empresário Vs Empreendedor
Nem todo chefe faz o que seria mais certo em determinados momentos. Existe a diferença entre o querer e o poder, e nessa hora, é inevitável o momento da organização interna. Por mais que exista muita força de vontade e querer botar o dedo em tudo, nem sempre é o que vai fazer o negócio andar.
“No início, eu me preocupava com todos os detalhes”, “Eu me lembro de uma fase em que acabei contratando uma empresa de organização e métodos para organizar a agência”, [...] “Estava preparando a agência para o crescimento que poderíamos vir a ter: afinal de contas, éramos trabalhadores, sérios, honestos, jovens e adorávamos publicidade”.
A Lição
“Se você quiser nadar entre tubarões é melhor se tornar um deles. Um tubarão nunca é desleal ou desonesto; é implacável – e sabe muito bem o que quer”.
Não se cresce apenas por novos contatos ou pelas beradas da politicagem.
“Se eu tivesse administrando meu restaurante, o momento seria de me concentrar para organizar minha nova fase, e só sair promovendo meu serviço e minha culinária depois que estivesse confiante na eficiência de minha organização. É importante dar um passo de cada vez, mas muito mais que isso, é preciso saber que passo dar primeiro.”
Eu já tive “altos” papos com certa pessoa sobre isso. Mas parece que eu não era muito bem entendido. A sensação que eu tinha era de que a pessoa não fazia muita questão de escutar um “funcionário”, mas dizer o que pretendia ou achava que era certo, pôr em prática alguma coisa que nunca se realizava.
Cada Macaco no Seu Galho, fazendo o que Sabe Fazer
“Se eu tivesse dirigindo uma fábrica de software eu iria contratar um técnico em software. Não iria precisar fazer eu mesmo um curso de informática”, [...] “Eu não me atrevia a entrar na sala de algum Diretor de Arte, por exemplo, e dizer que o Logotipo do Cliente deveria estar um pouco mais à esquerda ou que a fonte usada em algum título podia ser outra ou estar em itálico. Um diretor de arte é o profissional que é pago para saber, entre tantas outras coisas, a melhor colocação de qualquer logotipo; eu deveria estar sendo pago para saber quem contratar – não para desenhar marcas.”
Se a Empresa investe na organizão, investe nos “Funcionários”
“Toda vez que é anunciada alguma feira importante de varejo na Europa ou nos EUA, fazemos o possível para mandar para o evento nosso Diretor de Atendimento das Casas Bahia; todo ano o pessoal de criação sempre volta para Cannes para se atualizar; vários de nossos profissionais já cursaram o MBA da Madia e Associados”, [...] “Chegamos inclusive a pagar cursos de Inglês e Espanhol para muitos profissionais e, como regra geral, sempre que alguém se intessa por algum evento ou seminário ligado a profissão, seja onde for, a agência costuma bancar. Existe até um orçamento específico para isso.”
Produtividade com Terrorismo Não Funciona
“É fundamental tentar criar um ambiente de trabalho que fosse saudável – já que, sendo saudável tudo tende a se tornar mais feliz – e, sendo feliz, todo mundo acaba se tornando muito mais produtivo.”
Eu já me deparei em ocasiões que alguém me “julgava” por eu não ter feito tal coisa, pois esse alguém esperava aquilo de mim, mas eu mesmo não esperava porque ainda não estava ao alcance de minha competência naquele momento.
“É importante o profissional se esforçar para ser um ‘outstanding‘ – expressão que defini pessoas brilhantes, que normalmente fazem até o que não estão incumbidos a fazer -, porém no momento certo”.
Não se trata de querer mostrar sob subordinação que você é fora do normal ou tem uma mente brilhante. Penso que mais que isso, é provar para si mesmo e não para alguém que deseja ou espera de você. Deve partir de você a consciência e controle sobre as coisas que tem a fazer, conquistar ou superar.
Se alguém te julga por alguma coisa que não foi feita, você tem que conhecer os porquês, argumentos para mostrar-se o maior entendedor da ocasião, com controle e sensatez.
Em relação à ocasião citada acima, tempos depois, a pessoa entendeu que eu não estava errado e que realmente deixar de fazer algo que não está incumbido a fazer, não significa que você é preguiço, mas é organizado. Fazer o que é do outro, às vezes deixa a pessoa acostumada e você pode ter dores de cabeça ao ter mais tarefa e responsabilidades por uma coisa que não é da sua competência. É tão grave quanto a você não fazer nada.
O Profissional Certo no Lugar Certo
“Outro problema que precisa ser enfrentado com muita clareza é o da adequação do profissional ao seu cargo. Muitas vezes se tem a sensação de que alguém está pronto para exercer um cargo acima – e a pessoa esta longe disso. Ao invés de promover um funcionário que parece eficaz, a empresa acaba com a pessoa errada no cargo errado.”
Parte da culpa, é sua, funcionário. Pois se você estivesse consciente das responsabilidades e fosse sincero sempre, evitaria enganos. É aí que você não pode deixar ser julgado por algo que esperam de você, mas que você sabe que ainda não pode dar o resultado que gostariam. O desejo de assumir algo novo deve ser encarado com sensatez e não com afobação. As palavras do Justus traduz o que eu disse acima.
“É comum ver redatores ou diretores de arte maravilhosos e que fazem o seu trabalho de forma extremamente competente se tornarem péssimos diretores de criação – porque são incapazes de qualquer atitude de liderança. O resultado é que você perde um redator genial e ganha um diretor medíocre.”
Métodos de Administração
“Durante muito tempo, um muitas agências, a administração costumava ser determinada por uma espécie de Política de Terror. Tudo parecia ser baseado numa disputa um pouco doentia por uma espécie de autoridade baseada num exercício quase mórbido de sacrifício. Muita gente adorava se vangloriar de que chegava as 5 da manhã na agencia, antes de todo mundo. Eu ficava so imaginando o que aconteceria com uma agência em que todo mundo chegasse as 5 da manhã.”
“Existia até um folclore sobre certos Diretores de Criação – e mesmo um presidente de agência – que chegava mais cedo, abriam os computadores de seus redatores e completavam anúncios, incluíam mais títulos para as paginas duplas e criavam mais comerciais. Nunca achei essa intromissão um método motivador. Para mim, tudo isso parecia só uma forma muito pouco produtiva de terrorismo.”
“Esse mesmo profissional que presidia uma agência importante – é o que contam – adorava repetir ‘se vc não veio aqui dar o seu sangue, não nasceu para trabalhar na minha agência’, era o mesmo que ameaçava todo funcionário de demissão se ele não tivesse a adorável disposição de abrir mão completamente de qualquer interesse pessoal ou vida própria fora da agência. É uma condição que até pode soar muito bem em certos momentos, com um grande exemplo de dedicação e empenho. Eu só tenho minhas dúvidas sobre como isso se reflete no dia-a-dia, no ânimo de cada profissional”.
“Sempre pensei o contrário. Sempre acreditei que cada funcionário meu deveria sim, ter sua vida; deveria, sim, continuar com seus interesses e seus planos pessoais, porque se a vida de cada um se limitasse à agência, nenhum deles poderia dar o máximo de si para cada cliente e em cada campanha. É fundamental que cada profissional mantenha um espaço íntimo.”
Banho de água fria
“Limitar a vida pessoal de todos aos limites de seu trabalho, para mim, nunca foi um exemplo de empenho – mas de desiquilíbrio. Como se pode exigir criatividade de alguém esgotado, alguém sem tempo de ir a algum cinema ou passar um fim de semana com a família?”
Poderia incluir também, o direito de usar MSN e navegar 1 horinha no Google a favor de um insight?
Em um outro post, escrevo outras partes interessantes do livro do Roberto Justus.
O filme Intrigas de Estado (State of Play) estréia no dia 12 de junho no Brasil. Primeiro lugar em bilheteria no Reino Unido e segundo nos EUA, o filme tem ganho repercussão por abordar aspectos como a convergência entre velhas e novas mídias, e a crise mais acentuada dos jornais.
O ator Russell Crowe é um jornalista que se junta a uma blogueira (atriz Rachel McAdams) para investigar um caso de assassinato (segundo críticas publicadas, o filme explora bastante as diferenças entre esses dois “tipos” de mídia). A atriz Helen Mirren é uma editora que está sendo pressionada para evitar a iminente falência de um jornal impresso.
O aparecimento de um novo vírus, na verdade uma mutação, tem causado grande preocupação nas autoridades sanitárias do mundo todo. Esse vírus, que infectava apenas porcos, passou a afetar humanos causando um tipo de gripe muito forte e que, algumas vezes, pode levar à morte. Isso ocorreu inicialmente no México, mas já se espalhou por outros países.
O que é a Gripe Suína?
É uma doença respiratória altamente contagiosa que acomete os porcos, causada pelo vírus influenza A, do subtipo H1N1. O microorganismo responsável pelos casos atuais, no entanto, é uma mutação. Trata-se de um vírus híbrido, que contém material genético de vírus humanos, de aves e de suínos.
Quais os sintomas em humanos?
Os sintomas geralmente são similares ao da gripe comum. Eles surgem subitamente e incluem febre alta (acima de 39º), tosse, letargia, falta de apetite, irritação nos olhos, coriza (nem sempre pronunciada), dor de garganta (nem sempre pronunciada), dor de cabeça intensa, dor nos músculos e nas articulações. Podem ocorrer, também, náusea, vômitos e diarréia.
Qual a diferença em relação aos sintomas da Dengue?
Na Dengue não há sintomas respiratórios, como coriza e tosse, e as dores no corpo podem ser mais pronunciadas.
Qual a diferença entre a Gripe Suína e a Gripe Comum?
A gripe suína é caracterizada pelos sintomas da gripe comum, mas pode causar vômitos e diarréia mais graves.
A Gripe Suína pode matar?
A gripe comum mata entre 250 mil e 500 mil pessoas a cada ano, principalmente entre a população mais idosa, que possui a imunidade comprometida. As mortes em geral ocorrem por uma complicação da gripe, a pneumonia. A doença também pode predispor a infecções por bactérias. A maioria dos mortos da gripe suína tinha entre 25 e 45 anos.
Como ocorre a transmissão?
A doença foi contraída inicialmente por pessoas que tiveram contatos com criações de porcos. O problema é que essa variante do vírus permite o contágio entre humanos, razão que explica o atual temor. A transmissão ocorre da mesma forma que na gripe comum: por via aérea, por meio de espirros e tosse. Ela pode ser direta (a pessoa inala as partículas que estão no ar) ou indireta (a pessoa toca em objetos que foram contaminados por tosse ou espirro e leva a mão à boca ou aos olhos, trazendo o vírus para dentro do corpo).
É a primeira vez que a Gripe Suína é registrada em humanos?
Não. A OMS já notificou 12 casos de gripe suína em humanos entre 2005 e fevereiro de 2009 nos EUA e na Espanha.
É possível contrair a doença comendo carne de porco?
Não. A gripe suína não é transmitida por alimentos. O cozimento da carne a 71º C destrói o vírus (para se ter uma idéia, o fogão comum atinge facilmente temperaturas superiores a essa).
Como é feito o diagnóstico?
Uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e enviada ao laboratório.
Como é o tratamento?
O CDC (Centro de Controle de Doenças), nos EUA, recomenda que a doença seja tratada com os medicamentos já usados na gripe aviária: o oseltamivir (Tamiflu) e o zanamivir (Relenza). Eles só podem ser prescritos pelo médico. A automedicação, alertam especialistas, pode fazer com que os remédios tenham efeito diminuído a longo prazo.
Como evitar a doença?
Caso você viaje para regiões em que há casos registrados, como EUA, México ou Canadá, é recomendável usar máscaras cirúrgicas descartáveis em locais de grande circulação de pessoas, evitar aglomerações, evitar o contato direto com pessoas doentes, lavar as mãos freqüentemente com sabão e água, especialmente após tossir ou espirrar, e evitar levar as mãos à boca e aos olhos.
O que fazer se estiver com suspeita da doença?
Em caso de suspeita, é preciso procurar um médico e informá-lo da suspeita, como por exemplo uma recente viagem a um país onde há casos registrados. A OMS recomenda que as pessoas com sintomas não saiam de casa e evitem aglomerações. É necessário repouso e ingestão de líquidos. É recomendado também que a pessoa cubra sua mão e o nariz quando for espirrar e lave as mãos com freqüência.
Fonte: UOL, CDC (Centro de Controle de Doenças nos EUA), OMS (Organização Mundial da Saúde) e Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Gustavo Johanson (infectologista da Universidade Federal de São Paulo)
Estudo da Cepal revelouque os brasileiros têm o menor acesso à web entre 14 países da América Latina.
Em países da América Latina e do Caribe, o acesso à internet por parte da população mais rica pode ser até 30 vezes maior que o acesso pelos mais pobres. Em uma lista com 14 países (com dados mais recentes), o Brasil lidera a desigualdade. Entre os mais ricos o uso no país é de 52%, quanto entre os mais pobres, é de 1,7%.
As informações são da Comissão Econômica para América Latina e do Caribe (Cepal), vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU). Para chegar a essas conclusões, o órgão criou um banco de dados com indicadores sobre tecnologia da informação e comunicação (TIC).
O aumento das ações de publicidade em mídias digitais tem gerado ainda mais movimento no setor. Gradualmente, agências de publicidade e seus clientes vislumbram os canais online como fundamentais para a exposição de suas marcas e ações de relacionamento. Recente pesquisa, divulgada pelo Projeto-Intermeios*, apontou que em 2008 o setor cresceu 44,2% em investimentos publicitários, comparado ao ano anterior.
As ações via web já representam 3,54%, em relação a todas as formas de publicidade realizadas no país e somam R$ 759,3 milhões de faturamento. O cenário demonstra o segmento caminhando a passos largos na conquista de seu espaço e, para acompanhar a rápida ascensão, empresas especializadas e associações surgem no mercado para estruturar esse crescimento.
Indo ao encontro deste objetivo, no mês de março, foi fundada uma nova associação – a ABRADi (Associação Brasileira de Agências Digitais) –, que chegou para reunir as entidades que atuavam regionalmente e para ser referência e fonte nacional no apoio a projetos de comunicação digital, principalmente, quando apresentados em concorrência e licitação.
O Marcio Toledo relatou no Twitter, que estava com dificuldades para rotear o sinal de internet pelo Speedy.
Como eu havia publicado sobre o OpenDNS para resolver o problema da má conexão com Speedy, eu pedi para que enviasse a resolução, e publicar para ajudar os paraquedistas do Google: usuários pela Busca do Google.
Ele disse que o problema estava na configuração do Modem ZTE W 300. Então, repasso a resolução do problema: ZTE W 300.
É preciso habilitar o suporte NAT:
Lembro que o Marcio também usou o artigo do OpenDNS para melhorar a conexão.
Quando um novo cliente surge e diz pra você: “Eu te procuro porque eu quero injetar o meu negócio na web, quero bombar na internet, quero virar referência, quero usar essas coisas de Google, quero que meu site apareça na primeira página igual o meu concorrênte X, e quero um design bem bonito mas fácil para as pessoas entenderem“, etc. O que você pensa? Fica contente por descobrir um cliente consciente.
Então, se dedica para fisgá-lo pensando como ele pode se tornar um case, você apresenta resumidamente as etapas para injetar a empresa dele na internet. Mas ele diz: “Entendi. Legal. Mas eu quero meu site em Flash, bem bonito (colorido, com coisas piscando), inovador como o site do Ciclano (e ele te passa uma referência 100% em Flash, pesado e com uma péssima navegação)”.
Tudo o que você pensou sobre o grau de consciência dele, cai por água abaixo:
Sempre cai no gosto pessoal do cliente. Ele não sabe o que é certo.
O seu papel é mostrar que, fazendo como ele quer não chega em lugar nenhum. Então, você tem que falar da mina de ouro, e falar do contrato para que ele tenha um operário para explorar o minério.
Todo cliente quer o Tudo, mas não quer saber das etapas, dos prazos e custos. Se ele procura o profissional certo para isso, é porque ele está ciente de que precisa “ceder” aos caprichos de outrém. Errado.
O cliente quer X, mas quer pagar pelo Y.
Portanto, diz a voz do profissionalismo: se você quer fazer acontecer o seu desejo, confiando nas mãos de quem sabe fazer, precisa aceitar as condições:
Contrato, prazo e custo.
Quem teria coragem de pedir o valor, para fazer X mas entregar Y, que vai contra o desejo do cliente?
A grande maioria dos internautas do Estado de São Paulo dependem do Speedy para acessar à internet, que apresenta problemas ao acessar os sites. Isso ocorre porque os DNS da Telefônica, atualizado meses atrás, deixou o serviço pior do que já era.
Problema de DNS da Telefônica deixa sites inacessíveis para usuários do Estado de São Paulo.
Fulano tenta acessar alguns sites pela URL correta, e mesmo assim, eis que surgem tais telas:
Se não bastasse, a Telefônica tem a Cara de Pau de redirecionar o usuário para uma página com anúncios de links patrocinados. Isso deveria ser crime virtual. É muito abuso e falta de respeito com o usuário. Pior ainda, é ser redirecionado para essas páginas, mesmo quando você digita a URL correta do site.
Por que isso não acontece no acesso ao Terra, IG ou UOL?
Porque se ocorresse, essas três “pequenas” iriam entrar com processo contra a Telefônica, por impossibilitar o acesso aos sites deles. Além do mais, essas marcas têm milhares de acesso e faturam muito bem com marketing de interrupção.
Sinceramente, eu chego a pensar que isso tudo é proposital. Como pode uma empresa de grande porte, Campeã de Reclamações no Procon, não saber que seus DNS (Domain Name System) está problemático, e não resolver durante tanto tempo.
É claro que sabem. Mas como eles não têm concorrentes… Seria alguma parceria com Yahoo?
E os nossos clientes, como ficam?
Como é ter que explicar tim-tim por tim-tim que o problema não é o site, não é a hospedagem ou o browser? Se o cliente paga por algo e observa que não funciona, e você explicar que o Estado inteiro não visualiza o site dele por motivo X, é desculpa pra boi dormir. O cliente não tem o dever de entender de internet, DNS, etc. Ele quer apenas ver funcionando.
Pesquisei e achei a solução para resolver os DNS.
Felizmente, é possível solucionar o problema da Telefônica, usando alguns dos DNS abaixo. Eu estou utilizando o mais famoso: OpenDNS.
O resultado é na hora! Respostas às requisições (do tipo http://) ficaram mais rápidas, e o problema de sites que não podiam ser acessados, acabou. O serviço é Freeware.
Feito isso, você vai navegar com segurança, velocidade e o mais importante: vai poder acessar qualquer site sem que a Telefônica te jogue nas páginas de publicidade.
A objetividade é uma das maiores características dos textos para a Internet. Seu visitante geralmente paga provedor de acesso e conta telefônica, além de ter outras coisas a fazer. Devido às dificuldades técnicas, a leitura na web é muito difícil: fontes com tamanho e cores mal configurados e monitores com nível de claridade acentuado, fazem com que o usuário canse. Sem falar que você não sabe como é a cadeira onde ele está sentado e qual a distância dele em relacão ao monitor. Textos gigantes e detalhistas, somente quando o tema exige.
Cascata
Tente sempre fazer com que um bloco de texto convença o internauta a ler o próximo. Coloque links neles, e tome cuidado para não deixar seu visitante perdido. Essa técnica é muito usada pelos grandes portais, para convencer o visitante a clicar na página seguinte e assim poder mostrar novos banners para o mesmo internaut.
Títulos
São tão importantes na internet como em qualquer outro veículo. Aliás, na internet eles são até mais eficazes. A razão é bem simples: muita gente que escreve para a Internet não tem formação publicitária e por isso acaba não sabendo como usar e escrever títulos persuasivos. Se você souber escrever bem, melhor para você.
Expressões
Qq, Qto, Vc, Tc. Qq significa qq: vc é você e tc, acredite se quiser, teclar. Apesar de serem muito legais, muito cuidado na hora de usar as expressões e abreviaturas próprias da internet.
Cuidados
Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, conforme deve ser do conhecimento de V. Sa. Outrossim, tal prática advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico;
Evite abrev.;
Anule aliterações altamente abusivas;
Não esqueça das maiúsculas;
Evite lugares-comuns como: diabo foge da cruz;
O uso de parênteses (somente quando for relevante);
Estrangeirismos estão out, palavras de origem portuguesa estão in;
Seja seletivo no emprego de gíria, bicho, mesmo que sejam maneiras. Sacou, cumpadi?;
Palavras de baixo calão podem transformar seu texto numa merda!;
Nunca generalize: generalizar é sempre um erro;
Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar repetitiva. A repetição vai fazer com que a palavra seja repetida várias vezes;
Não abuse das citações, pois “Quem muito cita não tem idéias próprias”;
Frases incompletas podem causar;
Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes, isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique repetindo a mesma idéia. Ou seja, não fale a mesma coisa várias vezes;
Seja mais ou menos especifico;
Frases com apenas uma palavra? Corta!;
A voz passiva deve ser evitada;
Use a pontuação corretamente o ponto e a virgula especialmente sera que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação;
Quem precisa de perguntas retóricas;
Nunca use siglas desconhecidas, conforme recomenda a A.G.O.P.;
Exagerar é 100 bilhões de vezes pior do que a moderação;
Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha;
Não abuse das exclamações! Seu texto fica horrivel! Sério!! cara!!!
Evite frases exageradamente longas, por dificultarem a compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem mais de uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteudo acessivel, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-la em seus componentes diversos, de forma a torná-las compreensiveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
Cuidado com a hortografia, para não estrupar a lingua;
Seja incisivo e coerente.
Tracadalho do carilho
O trocadilho já foi muito usado para garantir um tom bem humorado, principalmente títulos. Hoje, já estão bem desgastados e o redator que usa um trocadilho acaba sendo taxado de canastrão.
Quem se lembra da época quando e-mail era tecnologia para rico? Logo quando a internet começou (comercialmente) no Brasil, a minoria e somente pessoas com maior poder aquisitivo podiam pagar uma internet dial-up de 58kb. Naquela época, eu nem imaginava como era usar um e-mail, nem computador eu tinha.
Era legal trocar cartas e comprar revistas pra se informar. Como o impresso era a única alternativa, tinha que aturar a quantidade de mala-direta que recebia, aquele monte de cartas de remetentes que eu nem conhecia.
Acabou. Aposto que todos não escrevem mais cartas, nem recebem. A caixa de entrada, ops, caixa postal dos correios vive limpa. A era digital mudou nossos hábitos, a forma de trabalhar, de se comunicar e viver.
Com isso, foi a caixa de entrada dos e-mails que começou sofrer o problema das correspondências, mais tarde apelidado de SPAM (Spiced Ham). Através do método SPF (Sender Policy Framework), muitos servidores conseguiram melhorar o nível de AntiSpam. Mesmo assim, não conseguiram acabar com ele. Sabe por quê? Porque a solução não está na tecnologia.
Pior ainda, é receber essas porcarias fisicamente. Pois é! Se não bastasse, acho que a moda das correspondências “piratas” está voltando. Em casa por exemplo, já peguei na porta, vários impressos de serviços e produtos que nunca imaginei receber. Esses dias, foi em forma de bilhete encostado na porta, que continha: “Faço serviços domésticos em geral. Procuro trabalho. Fone…”. Outro exemplo: cheguei hoje de manhã no trabalho e, embaixo da porta tinha uma folha de sulfite impresso: “Cartuchos ciclano…” e todos os dados do estabelecimento. Fiquei sabendo pela secretária, que toda semana estamos recebendo o mesmo impresso. Isso é um absurdo.
Não estão nem imprimindo panfletos. Estão fazendo manualmente pelo Word, imprimindo numa impressora caseira em folha de sulfite. O nível está baixo.
Eu tenho certeza do que digo: o problema do spam não é falha tecnológica, não é falha dos servidores de e-mails, e nem de má utilização do SPF. O problema do spam, é a mente pequena das pessoas, é o pensamento mesquinho dos indivíduos que acreditam estar divulgando alguma coisa, quando disparam milhares de e-mails para destinos alheios. Mal sabem eles que enviar um e-mail não solicitado não é divulgação nem prospecção.
Quem trabalha com comunicação está cansado de explicar que para haver a comunicação de fato, é preciso obter o feedback do receptor. Só existe comunicação quando o Emissor (quem envia) recebe uma resposta do Receptor, e estes interagem entre si, não importanto o meio, o canal.
As pessoas precisam entender que não importa onde, como ou quando, mas enviar alguma coisa para uma pessoa que não precisa ou não faz parte do segmento do público alvo, dificilmente vai conseguir alguma coisa. Seria a mesma coisa que o indivíduo pegar uma Ak-47 e sair “rushando” na esperança de acertar algumas moscas.
Nesse processo, onde o Emissor (autor do spam ou mala direta) usa uma Mensagem (o e-mail ou o panfleto na porta de casa) por um Meio (a internet e panfleteiros de porta em porta), não obtem o feeback (a resposta do cliente, o ato de fechar um negócio, a aceitação, a permissão) do receptor, deixando assim uma falha no processo comunicativo.
É fácil perceber que não adianta praticar spam ou mandar sulfites e panfletos na porta da casa da pessoa. Além de não conseguir vender, o spammer está colaborando (sem perceber) para denegrir a sua própria marca (se é que tem) que, ao invés disso, deveria zelar com bom exemplo.
Não adianta enviar spam; promoções, convites, para pessoas que não fazem parte do segmento do negócio.
Felizmente, os spammers estão “caindo na real” e pensando em campanhas online, para promover o seu produto/negócio.
Desde 2008, aqui no Brasil, só se fala da crise. Quem achou que tal crise não iria afetar a economia brasileira, estava errado, mesmo que num grau bem inferior em relação a outros países. Algumas empresas sofrem seus impactos, reduzindo todo o seu investimento em propaganda. Se uma empresa que já vinha investindo em propaganda está cortando gastos, imagina uma empresa que pensava em investir em propaganda… Esse nome “Propaganda“, enquanto soa como música nos ouvidos de alguns, é motivo de “medo” para outros.
Um comercial institucional de 30′ na TV em horário nobre é fortuna para a maioria das empresas. Isso causa “aversão” na mente das pequenas pessoas, ops, nas mentes pequenas que desejam se tornar caso de sucesso, divulgando seus produtos ou serviços, como se estivessem metralhando com uma AK-47 para todos os lados: para o consumidor.
Em tempos de crise, há motivos de sobra para acreditar que as ações de Marketing Digital podem ter melhor retorno do que as ações de marketing em meios off-line.
O desafio é explicar ao cliente que marketing digital não mais significa Publicidade na Internet. Já passou o tempo em que associávamos o marketing digital à publicidade na internet.
Uma propaganda em revista, rádio ou TV tem complexidades maiores para ser mensurada; já nas ações on-line, ferramentas de Web Analytics são capazes de mostrar que o banner fez seu usuário comprar um produto. Mostram de que parte no Orkut seu visitante está acessando o seu site e até mesmo quais links no e-mail marketing foram mais clicados, quantas vezes e por quem. Ou seja, usando o marketing digital para desenvolver ações para a sua empresa, você consegue conhecer melhor os usuários do seu site e entender melhor quais motivações fizeram com que ele chegasse ao site de sua marca, produto ou serviço. Não se trata de simplesmente colocar um banner na página, e rezar para alguém clicar.
O erro de algumas pessoas que investem mais forte em ações on-line é achar que as ações de marketing digital vão sair mais baratas que as ações off-line. Um banner na home de um grande portal pode custar tão caro quanto uma propaganda em horário nobre na TV ou no domingo em um jornal.
Colocar um banner na página é uma coisa. Criar ações on-line para serem mensuradas, é outra coisa.
O Google anunciou esta semana, a integração da busca semântica no seu motor de busca, o que que permitirá ao site associar as palavras buscadas a outras de significado parecido.
Isso significa que, com a mudança, uma procura no Google a partir da inserção das palavras “princípios da física”, por exemplo, trará sugestões de links sobre o “big bang” e “mecânica quântica“
Recentemente, a Microsoft confirmou que está testando o seu sistema de buscas Kumo, que vem ao mercado com o intuito de aumentar a popularidade nas buscas. O sistema atual, denominado Live Search, figura em terceiro lugar, atrás do Yahoo! e do líder de Google.
Foi-se a época da guerra dos navegadores. Estamos na época de guerras entre buscadores.
Grandes heróis passam por muitas fases, e o mundo das histórias em quadrinhos precisa disso pra se renovar. É morte, ressureição, casamento, volta no tempo, etc. A imaginação dos autores não tem limite. Batman é um deles, já ficou até aleijado e voltou a andar. E uma das coisas que ilustra bem essa evolução do personagem é a mudança do logo, em Batman Logo Evolution:
“Ninguém nunca lavou um carro alugado. Se o funcionário não se sentir dono da empresa, um abraço. O malandro se acomoda, se esconde.” (Ricardo Jordão Magalhães)
Qual(is) o(s) motivo(s) de funcionário(s) não se sentir(em) dono(s) da empresa onde trabalha(m)?
Penso que para responder essa pergunta, só existe uma maneira: o funcionário tem que conhecer a situação da empresa e se pôr no lugar do patrão, e o patrão conhecer a real necessidade do funcionário pra poder executar sua tarefa satisfatóriamente, pelos benefícios que ela proporciona.
Em uma grande empresa tem o gerente que é encarregado de “liderar” seus funcionários. Na pequena empresa, não. Na grande empresa, patrão que não participa diretamente e só aparece pra dar uma palavra final (aquele que decide como quer, e se pudesse mudaria até a bíblia com suas próprias palavras), age corretamente?
E o patrão da pequena empresa que participa, mas que esquece atitudes profissionais nas horas mais importantes, ou acha sempre desculpa para tudo, que o funcionário não ajuda e por isso a empresa não cresce, age corretamente?
O funcionário tem que se sentir dono da empresa podendo decidir alguma coisa, ou tem que ser aquela figura frequentadora do espaço-firma, que não pode abrir a boca pra dar uma opinião? Aquele conceito: ou faz o que patrão manda ou tá fora.
Em qual dos casos existe mais esperança de crescimento (amadurecimento e conhecimento) para ambas as partes?