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Tecnologia Marketing Design de Internet Tecnologia Marketing Design Thalis Valle é formado em Publicidade e Propaganda, e exerce nas áreas de Design e Gestão de Marketing/Comunicação Digitais como Freelancer.

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Artigos relacionados ‘Cotidiano’


Capital paulista ganha logotipo para Copa do Mundo

Terça, jun 2nd, 2009

Depois da escolha das 12 cidades sede da Copa do Mundo em 2014, investimentos em comunicação de algumas capitais devem aumentar.

Evento realizado nas Bahamas pela Fifa anunciou as 12 cidades brasileiras que serão sedes: Belo Horizonte MG, Brasília DF, Cuiabá MT, Curitiba PR, Fortaleza CE, Manaus AM, Natal RN, Porto Alegre RS, Recife PE, Rio de Janeiro RJ, Salvador BA e São Paulo SP.

A capital paulista tem logotipo criado pela MPM Propaganda, que estará presente em todo o material de comunicação que fizer menção à cidade de São Paulo.

Fonte: M&M

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Campanha Viral do Nokia N96

Segunda, jun 1st, 2009

Pesquisando pelo Nokia N96, acabei revendo uma campanha viral da Nokia no ano passado, que usou a lenda Bruce Lee. O video teve mais de 50 mil acessos em 3 dias. Se não fosse o You Tube bloqueado todo  ano na China, e com mais de 300 milhões de internautas…

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Meus comentários do Livro Construindo Uma Vida de Roberto Justus

Quinta, mai 7th, 2009

Ontem eu reli o capítulo Administração, Negócios e Criatividade do livro Construindo Uma Vida - Trajetória Profissional, negócios e O Aprendiz do Roberto Justus. Estou publicando aqui uma pequena parte interessante.

Paradoxo Profissional

“Com 15 funcionários, o número do nosso pessoal era muito superior às possibilidades de nosso faturamento, mas ao mesmo tempo era também muito inferior para atender às necessidades de um cliente maior. Era a estrutura minimamente necessária para operar a empresa, mas insuficiente para prestar serviços para um cliente de maior porte.” Isso acontece com todo pequeno negócio.

A Situação

Como atrair um grande cliente para uma empresa que não tem condições de atendê-lo?

“Na época, eu sentia que a única coisa a fazer era começar a trabalhar com seriedade – e pesado.”

Não significa que o “funcionário” tem que morar dentro da empresa, ser o office-boy, limpar o banheiro, tirar os lixos, concertar os cumputadores, fazer hora extra mas não receber, etc. Isso é uma questão de atitude coletiva e seriedade que deve antes de qualquer coisa, partir do dono do negócio.

Empresário Vs Empreendedor

Nem todo chefe faz o que seria mais certo em determinados momentos. Existe a diferença entre o querer e o poder, e nessa hora, é inevitável o momento da organização interna. Por mais que exista muita força de vontade e querer botar o dedo em tudo, nem sempre é o que vai fazer o negócio andar.

“No início, eu me preocupava com todos os detalhes”, “Eu me lembro de uma fase em que acabei contratando uma empresa de organização e métodos para organizar a agência”, [...] “Estava preparando a agência para o crescimento que poderíamos vir a ter: afinal de contas, éramos trabalhadores, sérios, honestos, jovens e adorávamos publicidade”.

A Lição

“Se você quiser nadar entre tubarões é melhor se tornar um deles. Um tubarão nunca é desleal ou desonesto; é implacável – e sabe muito bem o que quer”.

Não se cresce apenas por novos contatos ou pelas beradas da politicagem.

“Se eu tivesse administrando meu restaurante, o momento seria de me concentrar para organizar minha nova fase, e só sair promovendo meu serviço e minha culinária depois que estivesse confiante na eficiência de minha organização. É importante dar um passo de cada vez, mas muito mais que isso, é preciso saber que passo dar primeiro.”

Eu já tive “altos” papos com certa pessoa sobre isso. Mas parece que eu não era muito bem entendido. A sensação que eu tinha era de que a pessoa não fazia muita questão de escutar um “funcionário”, mas dizer o que pretendia ou achava que era certo, pôr em prática alguma coisa que nunca se realizava.

Cada Macaco no Seu Galho, fazendo o que Sabe Fazer

“Se eu tivesse dirigindo uma fábrica de software eu iria contratar um técnico em software. Não iria precisar fazer eu mesmo um curso de informática”, [...] “Eu não me atrevia a entrar na sala de algum Diretor de Arte, por exemplo, e dizer que o Logotipo do Cliente deveria estar um pouco mais à esquerda ou que a fonte usada em algum título podia ser outra ou estar em itálico. Um diretor de arte é o profissional que é pago para saber, entre tantas outras coisas, a melhor colocação de qualquer logotipo; eu deveria estar sendo pago para saber quem contratar – não para desenhar marcas.”

Se a Empresa investe na organizão, investe nos “Funcionários”

“Toda vez que é anunciada alguma feira importante de varejo na Europa ou nos EUA, fazemos o possível para mandar para o evento nosso Diretor de Atendimento das Casas Bahia; todo ano o pessoal de criação sempre volta para Cannes para se atualizar; vários de nossos profissionais já cursaram o MBA da Madia e Associados”, [...] “Chegamos inclusive a pagar cursos de Inglês e Espanhol para muitos profissionais e, como regra geral, sempre que alguém se intessa por algum evento ou seminário ligado a profissão, seja onde for, a agência costuma bancar. Existe até um orçamento específico para isso.”

Produtividade com Terrorismo Não Funciona

“É fundamental tentar criar um ambiente de trabalho que fosse saudável – já que, sendo saudável tudo tende a se tornar mais feliz – e, sendo feliz, todo mundo acaba se tornando muito mais produtivo.”

Eu já me deparei em ocasiões que alguém me “julgava” por eu não ter feito tal coisa, pois esse alguém esperava aquilo de mim, mas eu mesmo não esperava porque ainda não estava ao alcance de minha competência naquele momento.

“É importante o profissional se esforçar para ser um outstanding‘ – expressão que defini pessoas brilhantes, que normalmente fazem até o que não estão incumbidos a fazer -, porém no momento certo”.

Não se trata de querer mostrar sob subordinação que você é fora do normal ou tem uma mente brilhante. Penso que mais que isso, é provar para si mesmo e não para alguém que deseja ou espera de você. Deve partir de você a consciência e controle sobre as coisas que tem a fazer, conquistar ou superar.

Se alguém te julga por alguma coisa que não foi feita, você tem que conhecer os porquês, argumentos para mostrar-se o maior entendedor da ocasião, com controle e sensatez.

Em relação à ocasião citada acima, tempos depois, a pessoa entendeu que eu não estava errado e que realmente deixar de fazer algo que não está incumbido a fazer, não significa que você é preguiço, mas é organizado. Fazer o que é do outro, às vezes deixa a pessoa acostumada e você pode ter dores de cabeça ao ter mais tarefa e responsabilidades por uma coisa que não é da sua competência. É tão grave quanto a você não fazer nada.

O Profissional Certo no Lugar Certo

“Outro problema que precisa ser enfrentado com muita clareza é o da adequação do profissional ao seu cargo. Muitas vezes se tem a sensação de que alguém está pronto para exercer um cargo acima – e a pessoa esta longe disso. Ao invés de promover um funcionário que parece eficaz, a empresa acaba com a pessoa errada no cargo errado.”

Parte da culpa, é sua, funcionário. Pois se você estivesse consciente das responsabilidades e fosse sincero sempre, evitaria enganos. É aí que você não pode deixar ser julgado por algo que esperam de você, mas que você sabe que ainda não pode dar o resultado que gostariam. O desejo de assumir algo novo deve ser encarado com sensatez e não com afobação. As palavras do Justus traduz o que eu disse acima.

“É comum ver redatores ou diretores de arte maravilhosos e que fazem o seu trabalho de forma extremamente competente se tornarem péssimos diretores de criação – porque são incapazes de qualquer atitude de liderança. O resultado é que você perde um redator genial e ganha um diretor medíocre.”

Métodos de Administração

“Durante muito tempo, um muitas agências, a administração costumava ser determinada por uma espécie de Política de Terror. Tudo parecia ser baseado numa disputa um pouco doentia por uma espécie de autoridade baseada num exercício quase mórbido de sacrifício. Muita gente adorava se vangloriar de que chegava as 5 da manhã na agencia, antes de todo mundo. Eu ficava so imaginando o que aconteceria com uma agência em que todo mundo chegasse as 5 da manhã.”

“Existia até um folclore sobre certos Diretores de Criação – e mesmo um presidente de agência – que chegava mais cedo, abriam os computadores de seus redatores e completavam anúncios, incluíam mais títulos para as paginas duplas e criavam mais comerciais. Nunca achei essa intromissão um método motivador. Para mim, tudo isso parecia só uma forma muito pouco produtiva de terrorismo.”

“Esse mesmo profissional que presidia uma agência importante – é o que contam – adorava repetir ‘se vc não veio aqui dar o seu sangue, não nasceu para trabalhar na minha agência’, era o mesmo que ameaçava todo funcionário de demissão se ele não tivesse a adorável disposição de abrir mão completamente de qualquer interesse pessoal ou vida própria fora da agência. É uma condição que até pode soar muito bem em certos momentos, com um grande exemplo de dedicação e empenho. Eu só tenho minhas dúvidas sobre como isso se reflete no dia-a-dia, no ânimo de cada profissional”.

“Sempre pensei o contrário. Sempre acreditei que cada funcionário meu deveria sim, ter sua vida; deveria, sim, continuar com seus interesses e seus planos pessoais, porque se a vida de cada um se limitasse à agência, nenhum deles poderia dar o máximo de si para cada cliente e em cada campanha. É fundamental que cada profissional mantenha um espaço íntimo.”

Banho de água fria

“Limitar a vida pessoal de todos aos limites de seu trabalho, para mim, nunca foi um exemplo de empenho – mas de desiquilíbrio. Como se pode exigir criatividade de alguém esgotado, alguém sem tempo de ir a algum cinema ou passar um fim de semana com a família?”

Poderia incluir também, o direito de usar MSN e navegar 1 horinha no Google a favor de um insight?

Em um outro post, escrevo outras partes interessantes do livro do Roberto Justus.

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Filme sobre Jornalistas e Blogueiros tem estréia marcada no Brasil

Terça, mai 5th, 2009

O filme Intrigas de Estado (State of Play) estréia no dia 12 de junho no Brasil. Primeiro lugar em bilheteria no Reino Unido e segundo nos EUA, o filme tem ganho repercussão por abordar aspectos como a  convergência entre velhas e novas mídias, e a crise mais acentuada dos jornais.

O ator Russell Crowe é um jornalista que se junta a uma blogueira (atriz Rachel McAdams) para investigar um caso de assassinato (segundo críticas publicadas, o filme explora bastante as diferenças entre esses dois “tipos” de mídia). A atriz Helen Mirren é uma editora que está sendo pressionada para evitar a iminente falência de um jornal impresso.

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Esclarecimentos sobre a Gripe Suína

Domingo, mai 3rd, 2009

Caso para Off Topic no blog. Segue:

O aparecimento de um novo vírus, na verdade uma mutação, tem causado grande preocupação nas autoridades sanitárias do mundo todo. Esse vírus, que infectava apenas porcos, passou a afetar humanos  causando um tipo de gripe muito forte e que, algumas vezes, pode levar à morte. Isso ocorreu inicialmente no México, mas já se espalhou por outros países.

O que é a Gripe Suína?

É uma doença respiratória altamente contagiosa que acomete os porcos, causada pelo vírus influenza A, do subtipo H1N1. O microorganismo responsável pelos casos atuais, no entanto, é uma mutação. Trata-se de um vírus híbrido, que contém material genético de vírus humanos, de aves e de suínos.

Quais os sintomas em humanos?

Os sintomas geralmente são similares ao da gripe comum. Eles surgem subitamente e incluem febre alta (acima de 39º), tosse, letargia, falta de apetite, irritação nos olhos, coriza (nem sempre pronunciada), dor de garganta (nem sempre pronunciada), dor de cabeça intensa, dor nos músculos e nas articulações. Podem ocorrer, também, náusea, vômitos e diarréia.

Qual a diferença em relação aos sintomas da Dengue?

Na Dengue não há sintomas respiratórios, como coriza e tosse, e as dores no corpo podem ser mais pronunciadas.

Qual a diferença entre a Gripe Suína e a Gripe Comum?

A gripe suína é caracterizada pelos sintomas da gripe comum, mas pode causar vômitos e diarréia mais graves.

A Gripe Suína pode matar?

A gripe comum mata entre 250 mil e 500 mil pessoas a cada ano, principalmente entre a população mais idosa, que possui a imunidade comprometida. As mortes em geral ocorrem por uma complicação da gripe, a pneumonia. A doença também pode predispor a infecções por bactérias. A maioria dos mortos da gripe suína tinha entre 25 e 45 anos.

Como ocorre a transmissão?

A doença foi contraída inicialmente por pessoas que tiveram contatos com criações de porcos. O problema é que essa variante do vírus permite o contágio entre humanos, razão que explica o atual temor. A transmissão ocorre da mesma forma que na gripe comum: por via aérea, por meio de espirros e tosse. Ela pode ser direta (a pessoa inala as partículas que estão no ar) ou indireta (a pessoa toca em objetos que foram contaminados por tosse ou espirro e leva a mão à boca ou aos olhos, trazendo o vírus para dentro do corpo).

É a primeira vez que a Gripe Suína é registrada em humanos?

Não. A OMS já notificou 12 casos de gripe suína em humanos entre 2005 e fevereiro de 2009 nos EUA e na Espanha.

É possível contrair a doença comendo carne de porco?

Não. A gripe suína não é transmitida por alimentos. O cozimento da carne a 71º C destrói o vírus (para se ter uma idéia, o fogão comum atinge facilmente temperaturas superiores a essa).

Como é feito o diagnóstico?

Uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e enviada ao laboratório.

Como é o tratamento?

O CDC (Centro de Controle de Doenças), nos EUA, recomenda que a doença seja tratada com os medicamentos já usados na gripe aviária: o oseltamivir (Tamiflu) e o zanamivir (Relenza). Eles só podem ser prescritos pelo médico. A automedicação, alertam especialistas, pode fazer com que os remédios tenham efeito diminuído a longo prazo.

Como evitar a doença?

Caso você viaje para regiões em que há casos registrados, como EUA, México ou Canadá, é recomendável usar máscaras cirúrgicas descartáveis em locais de grande circulação de pessoas, evitar aglomerações, evitar o contato direto com pessoas doentes, lavar as mãos freqüentemente com sabão e água, especialmente após tossir ou espirrar, e evitar levar as mãos à boca e aos olhos.

O que fazer se estiver com suspeita da doença?

Em caso de suspeita, é preciso procurar um médico e informá-lo da suspeita, como por exemplo uma recente viagem a um país onde há casos registrados. A OMS recomenda que as pessoas com sintomas não saiam de casa e evitem aglomerações. É necessário repouso e ingestão de líquidos. É recomendado também que a pessoa cubra sua mão e o nariz quando for espirrar e lave as mãos com freqüência.

Fonte: UOL,  CDC (Centro de Controle de Doenças nos EUA), OMS (Organização Mundial da Saúde) e Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Gustavo Johanson (infectologista da Universidade Federal de São Paulo)

Daybed, cadeira para quem usa notebook

Quinta, abr 9th, 2009

Daybed é a cadeira ergonômica criada pelo designer Manuel Saez para a Humanscale. Objetivo: conforto para quem trabalha com notebooks.

Via Dvice e Yanko Design.

Mário, o publicitário

Terça, abr 7th, 2009

Batman Logo Evolution

Sexta, mar 27th, 2009

Grandes heróis passam por muitas fases, e o mundo das histórias em quadrinhos precisa disso pra se renovar. É morte, ressureição, casamento, volta no tempo, etc. A imaginação dos autores não tem limite. Batman é um deles, já ficou até aleijado e voltou a andar. E uma das coisas que ilustra bem essa evolução do personagem é a mudança do logo, em Batman Logo Evolution:

Funcionário tem que ser dono da empresa?

Quinta, mar 26th, 2009

Ninguém nunca lavou um carro alugado. Se o funcionário não se sentir dono da empresa, um abraço. O malandro se acomoda, se esconde.” (Ricardo Jordão Magalhães)

Qual(is) o(s) motivo(s) de funcionário(s) não se sentir(em) dono(s) da empresa onde trabalha(m)?

Penso que para responder essa pergunta, só existe uma maneira: o funcionário tem que conhecer a situação da empresa e se pôr no lugar do patrão, e o patrão conhecer a real necessidade do funcionário pra poder executar sua tarefa satisfatóriamente, pelos benefícios que ela proporciona.

Em uma grande empresa tem o gerente que é encarregado de “liderar” seus funcionários. Na pequena empresa, não. Na grande empresa, patrão que não participa diretamente e só aparece pra dar uma palavra final (aquele que decide como quer, e se pudesse mudaria até a bíblia com suas próprias palavras), age corretamente?

E o patrão da pequena empresa que participa, mas que esquece atitudes profissionais nas horas mais importantes, ou acha sempre desculpa para tudo, que o funcionário não ajuda e por isso a empresa não cresce, age corretamente?

O funcionário tem que se sentir dono da empresa podendo decidir alguma coisa, ou tem que ser aquela figura frequentadora do espaço-firma, que não pode abrir a boca pra dar uma opinião? Aquele conceito: ou faz o que patrão manda ou tá fora.

Em qual dos casos existe mais esperança de crescimento (amadurecimento e conhecimento) para ambas as partes?

O que você pensa?

Coca-cola, Sunday’s Big Game

Quarta, mar 25th, 2009

Muito bom!

O mercado do consumo e o produto sem procura

Sábado, fev 14th, 2009

Empurrar um produto que não tem procura, isso dá certo?

Se o Ciclano tem a empresa Beltrano, e vende o produto X de segmento Y, mas este não tem procura e as vendas não acontecem, mesmo com vendedores de muita lábia, a saída é continuar acreditando (esperar o mercado digerir), ou parar pra rever conceitos e reavaliar produto e o mercado? Se vendesse alguma coisa, será que conseguiria pagar todos os impostos e contas, e ainda ter algum lucro, algum caixa para destinar uma porcentagem aqui e outra alí? Enfim, movimentar e alimentar o negócio?

O marcado é saturado e a globalização está trazendo caos. É fato.

Não estamos mais na época de saber qual produto vender, mas entender o por quê o mercado existe, o por quê a sociedade cria necessidades de alguma coisa.

Não. Mais além… não estamos mais na época de conhecer o mercado para poder criar mais um produto ou serviço que é saturado e que é feito para ganhar dinheiro, fazer o nome e conquistar muitos bens. Estamos na época de achar alguma saída para tudo isso.

Isso traz consequencias ruins ao consumidor. É hora de achar a saída e trazer de volta a calmaria, o bem estar, a qualidade de vida, a saúde. Pensar numa saída que colabore com tudo isso de modo global, que não tire a saúde do ser humano, nem dos animais, e nem de todos os seres vivos do planeta. Pensar em algo que estabeleça a paz entre os continentes e uma lei de igualdade, onde o mais forte não tem poder para decidir pelo mais fraco, etc. Enfim, mudar o mundo de hoje, virar o jogo, dar chequemate no aquecimento global, na crise e na violência. A realidade não pode continuar. Ou o ser humano muda, ou o mundo mata o ser humano… ou o ser humano se mata por estar matando o mundo.

O consumismo está cegando as pessoas, cegando o real motivo da existência. E o real motivo da existência é a ordem, onde todos vivem corretamente e muito bem. Isso poderia ser simples de dizer alguns milênios atrás, mas hoje parece piada.

As pessoas não querem mais consumir, consumir e consumir mais, pagar contas, pagar contas e pagar mais contas. Elas querem algo que a maioria das empresas não dá, porque a maioria das empresas não pensam nelas (em nós), mas no lucro.

O consumidor não é mais ignorante, ele é avisado. Ele tem um arsenal tecnológico que trabalha para sua informação, e ele não quer ser enganado ou ter obrigação de adquirir algo que ele sabe que não vai trazer nenhum benefício (consciente) para ele.

Qual é a saída, para o mundo caótico de hoje? Continuar fazendo planos para gerar empregos, para empresas que produzem produtos para mercados saturados?

Continuar dando tiro no pé?

Um exemplo: aprovar uma lei que promete novos empregos para construção de novos pedágios urbanos (encaminhado à Assembléia Legislativa pelo José Serra do PSDB) para cobrar mais dinheiro do próprio consumidor, baseado num produto saturado e que vende num mercado em crise global, o mercado automobilístico. A idéia é melhorar a situação do trânsito, o caos das capitais (que por sua vez colabora com a aceleração do aquecimento global), mas que por debaixo dos panos (no inconsciente coletivo das pessoas - dos consumidores) não param pra perceber que, mesmo com essa lei, as montadoras continuarão vendendo ou tentando vender mais. Ou seja, o produto sái e chega ao consumidor, e este ajuda a destruir mais o seu habitat (acidentes, poluição, compromissos adiados devido atrasos, superlotação -> estresse = saúde), ele paga para isso, e paga o dobro para continuar se prejudicando. É tiro no pé! É o circulo que não tem fim! Se precisa de urgência, porque a lei não atinge as montadoras, para equilibrar a procura/demanda?

É para essas e outras, que o mundo pede por alguma nova mente brilhante - nem pense no Obama, ele não vai fazer milagres - para trazer soluções de verdade, qualidade e sáude.

Outro exemplo: ano passado o Brasil fechou com 29.661.300 novas habilitações de linhas para celulares em relação ao ano anterior, um acréscimo de 24,52% de acordo com notícia divulgada pela Anatel, em 16 de janeiro de 2009. Aumento de 40,83%. Em outras palavras, o brasileiro anda comendo celular. As operadoras e fabricantes enchem os cofres, empregos mantidos, e novos empregos gerados para o setor de tecnologia móvel. No entando, qual o real benefício da humanidade? Emprego, para ter as consequências de um cancer mais cedo, linhas congestionadas, grande quantidade de lixo tóxico no meio ambiente, novos crimes praticados, etc. Emprego não é benefício, emprego é algo que o mercado faz pela sua natureza. Pelo simples fato de ele existir, sempre haverá empregos. O desemprego (como ele está) não é normal, é o sinal de que o mundo esta cada vez mais caótico, tanto pelas coisas erradas (mal planejadas e aproveitamento de pessoas desonestas) bem como a taxa de natalidade mundial que, em outras palavras, o ser humano está procriando mais que animal irracional. Não pensa nas consequências em larga escala. Desse jeito, no próximo milênio, a Lua vai ser conquistada pela segunda vez, para achar formas de habitar os humanos. Sem ironia.

Como temos que errar para fazer o certo, o grande benefício ainda não veio, a não ser para quem enriquece com os fabricantes e operadoras - no olhar materialista. O benefício seria a comunicação sem afetar o meio ambiente e a saúde das pessoas. Simples assim.

Cientistas querem chocar os prótons e encontrar o bóson de Higgs, mas não querem descobrir como beneficiar o seu próximo, sem que ele ganhe fama e dinheiro com isso. Todos somos protagonistas de um cenário, sistema falido, que um dia vai parar o mundo se alguma grande mente não aparecer. Fato.

O tempo passa, e alguém percebe o consumismo como ele está? A globalização não o favorece? O consumismo não favorece a crise?

Continuar empurrando as coisas, planejar para criar mais necessidade nas pessoas (consumidores - que já não conseguem viver direito por estarem tomados pelo trabalho - porque consomem e precisam adquirir, pagar contas e bancar sua saúde) não está correto.

Mais produto, maior manutenção. Se dá manutenção, precisa de maior arrecadação. Se precisa de lucro, precisa de mão de obra para a demanda, emprego. Se o marcado não é favorável, não existe lucro, não existe emprego para a demanda que cai com o decorrer (desaceleração) do próprio mercado. Esse é o circulo vicioso que não tem fim. A população aumenta e o aquecimento também. A criminalidade aumenta porque está cada vez mais difícil ganhar dinheiro, o mínimo para sobreviver com dignidade.

Essa roda está começando a descer cada vez mais rápido, feito bola de neve. E onde vai parar? Save us…

Post it notes

Quarta, fev 11th, 2009

Show Off, maneiras de matar as idéias

Terça, fev 10th, 2009

Pinturas dos brasileiros Marcelo Lourenço e Pedro Bexiga, para a campanha de filme indepentente do Grupo Show Off de Portugal! Conheça maneiras de matar as idéias:

http://scott-c.blogspot.com/2008/12/portugal.html

Micreiros de fim de semana

Quarta, fev 4th, 2009

Você fulano, gastaria o dinheiro com um “profissional” desse tipo, para fazer o site da sua empresa, sim ou não?

Evolução das Marcas

Sexta, jan 30th, 2009