Tecnologia Marketing Design de Internet

Tecnologia Marketing Design de Internet Tecnologia Marketing Design Thalis Valle é formado em Publicidade e Propaganda, e exerce nas áreas de Design e Gestão de Marketing/Comunicação Digitais como Freelancer.

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Artigos relacionados ‘Web Marketing SEM’


Rush T-Shirts and its funny video

Quinta, mar 25th, 2010

A Rush T-Shirts vende camisetas customizadas pela internet. Para divulgar a companhia, recém-criada, os donos do negócio decidiram criar uma forte campanha de marketing na web e contrataram uma empresa especializada em fazer vídeos para a web: “Eles se mostraram bem capazes de criar uma campanha consistente e que trouxesse retorno para o nosso site”. Para fazer o vídeo, foram confeccionadas mais de 200 camisetas. Em quatro semanas de campanha, o vídeo foi visto por mais de 2,6 milhões de pessoas. “Isso trouxe um grande tráfego para a nossa loja virtual”, disse Broudy. Enquanto isso, milhares de lojas que vendem camisetas ainda fazem parte das empresas que usam “plano de venda” da década de 70.

Encalhe do fim de ano

Segunda, jan 4th, 2010

O que fazer com o Encalhe?

O Natal é a data mais lucrativa do comércio, por isso gera euforia e expectativa de vendas nas empresas. O cenário otimista faz empresas investirem em estoque para ter bom mix, mas junto, vem a preocupação da liquidação, pois raro é a empresa que zera estoque.

A tática agressiva para produtos sazonais, como por exemplo, de Natal, não pode ter margem de lucro. Para os demais produtos a solução é separar itens para compor o estoque de janeiro e fevereiro, sem esquecer do saldão de ofertas.

A melhor solução para o encalhe é ter uma boa comunicação para com o consumidor final. Não anunciar é fatal, principalmente para que precisam de veículos de massa e não o fazem. Anunciar, fazer novos cadastros de clientes, promoções especiais, e, às vezes, reduzir ao máximo margem de lucro, é a solução. É tempo de mandar o encalhe à casa…

Sugestão de sites para campanhas de Natal no Adwords

Sábado, out 17th, 2009

O pico de vendas/busca devido ao Natal já começou, e a equipe de Adwords do Google preparou algumas sugestões de sites para você anunciar suas ofertas na Rede de conteúdo do Google.

Lista dos sites: http://spreadsheets.google.com/pub?key=tLRl3KFSVJu0b2or7MrduSA&gid=12

Ajuda Canal do Adwords: http://adwords.google.com/support/aw/bin/answer.py?hl=br&answer=107914

Fechem as portas das lojas e abram as portas da internet

Quinta, out 1st, 2009

Eu precisava de um HD externo para backups, e a primeira coisa que me veio à cabeça foi: mercado livre. Pesquisando modelos e preços para montar o meu HD externo, pensei: por que não comprar em alguma loja na minha cidade?

Eu liguei nas lojas, sim. Vocês sabem que eu moro no interior, né? Então, já devem imaginar… nenhuma loja que liguei teve qualquer HD com a especificação que eu precisava, nem marca, nem capacidade e nem produto de pronta entrega.

Não preciso dizer que muitas empresas no segmento estão fechando as portas. Fechem as portas das lojas e abram as portas da internet.

A internet é um brinquedo nas mãos de crianças que vivem enfiadas em seus quartos conversando pelo MSN, Twittando, postando nos blogs, respondendo e-mails, jogando PES e ainda assistindo a sessão da tarde. Brincadeira de criança não é mais empinar pipa, ou jogar Super Truck. Você sabia?

Mesmo em tempos de tecnologia e costumes em constante mudança, muitas empresas estão enquadradas em quatro paredes e uma porta, e não aceitam saber porque é tão difícil receber clientes. A resposta sempre vai ser a mesma: concorrência.

Como eu comprei meu HD? Na internet eu paguei mais barato, na internet eu tive melhor prazo de entrega, na internet eu tive melhor forma de pagamento, na internet eu tive nota fiscal, na internet eu tive mais segurança.

Àquelas empresas que telefonei e não tinham nenhum HD, provavelmente não vendem HDs porque não possuem compradores, não tem demanda porque não possuem estratégias, e não possuem estratégias porque não aceitam a realidade, desejo boa sorte.

Kidding aside, eu imagino onde a realidade vai parar. Somente os fortes vão sobreviver.

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Criação e Gestão de Marcas

Quarta, set 30th, 2009

Recebi um e-mail do Mauro avisando sobre a 4ª edicão do Curso de Branding | Criação e Gestão de Marcas da Integracursos, que irá acontecer no dia 17 de outubro, das 08:00h às 18:00h na Century Paulista em São Paulo.

O curso aborda conceitos e estratégias de criação e gestão da marca, os valores agregados, a visão dos consumidores e a importância de uma marca forte e bem posicionada no mercado.

Devem participar Estudantes e Profissionais envolvidos com Propaganda, Marketing, Publicidade e Design; Profissionais de Agências de Publicidade e Design; Diretores e Gerentes de Comunicação Corporativa; Analistas e Coordenadores de Comunicação.

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Se não é encontrado, não é clicado e não vende

Quarta, set 9th, 2009

Luiz Dias escreveu: Você investiria grande parte do seu orçamento em um outdoor maravilhoso, quem sabe até em plasma ou LCD, cheio de inovações, ao menor preço, mas colocado no meio do deserto?

Não é motivo de risada, é a realidade. Se não é encontrado, não é clicado e não vende. E agora?

O mundo grátis

Sábado, ago 29th, 2009

Numa economia crescentemente virtual, os consumidores esperam cada vez mais que uma parcela dos produtos seja muito barata ou mesmo gratuita. É verdade que a crise econômica abalou alguns projetos que pretendiam se tornar o próximo Google, a empresa que fatura bilhões sem vender produtos. Mas o fato é que a economia grátis tende a crescer no futuro. E, a questão é: como o faturamento das empresas continuará crescendo?

Imediatismo: cópias grátis de um best-seller ou de um filme podem ser encontradas mais cedo ou mais tarde. Mas o que dizer de um exemplar que chegasse na caixa de correio (de casa ou do e-mail) no exato momento em que fosse lançado? Muitos fãs não esperariam pelas cópias.

Personalização: imagine uma cópia do game Guitar Hero que fosse customizada para se adaptar à acústica da sala de estar.

Interpretação: o software é de graça, mas o manual custa R$ 10 mil. Parece piada, mas não é. Empresas como Red Hat e Apache, diz Kelly, vivem de suporte pago para softwares gratuitos.

Autenticidade: cercado de pirataria por todos os lados, muitos consumidores estão dispostos a pagar pela garantia de qualidade e de serviço pós-venda de uma marca reconhecida.

Acessibilidade: num mundo móvel, as pessoas vão pagar para ter as coisas onde elas estiverem, no momento em que precisarem. Por isso, serviços de armazenamento de dados digitais estão crescendo exponencialmente.

Presença física: consumidores começarão a sentir falta, num mundo virtual, dos velhos e bons objetos físicos. Os livros de papel, por exemplo, não vão morrer, mas podem ficar mais caros.

Preço justo: assim como Richards, Kelly descobriu que as pessoas querem pagar pelo trabalho de músicos, cineastas e produtores de games – desde que o preço seja adequado e o processo, fácil.

Valor: o preço zero iguala todos os produtos e, no fim, causa dificuldades ao cliente na hora da escolha. Paradoxo do mercado grátis: o próprio preço se transformará num diferencial e agregará valor ao produto.

Kevin Kelly: cofundador da revista Wired, Kelly é hoje escritor, blogueiro, palestrante, futurista e jornalista. Ele é autor, entre outros, do livro Out of Control (“Fora de controle”), uma das obras que inspiraram os roteiristas do filme Matrix

Época Negócios

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O melhor emprego do mundo

Sexta, jul 24th, 2009

Você se lembra daquele concurso para escolher o zelador de uma ilha paradisíaca na Austrália? Pensou em se candidatar à vaga? Se a sua resposta for positiva, você foi mais um dos que foram seduzidos pela melhor campanha publicitária da história.

Este ano, pela primeira vez nos 50 anos do festival de Cannes, o mais importante e tradicional do mundo, a campanha intitulada “O melhor emprego do mundo” qu elevou o grand prix.

A campanha da secretaria do turismo do estado australiano Queensland conseguiu respeitável repercussão mundial. O site obteve 500 mil votos, 7 milhões de visitantes e o Youtube recebeu 34 mil vídeos de candidatos.

Rohit Bhargava, colaborador da revista Fast Company e vice-presidente de estratégia online da agência Ogilvy, afirma que ao contrário do que parece, a razão do sucesso da campanha não está no produto divulgado, mas na forma como as redes sociais foram usadas.

Após analisar a estratégia, Bhargava fez uma lista com seis lições que as pequenas e médias empresas podem aprender:

Faça parecer factível

Muitos publicitários nunca divulgariam algo que não possa ser provado. Será que a secretaria do turismo de Queensland pode provar que se tratava do melhor emprego do mundo? Não, eles não podem. Mas tornaram factível porque estavam divulgando um lugar maravilhoso e que se encaixa na definição de emprego dos sonhos de muita gente.

O quanto você gasta é irrelevante

Um dos benefícios das mídias sociais é que a repercussão ocorre em uma escala diferente da publicidade tradicional. O mais importante é ter algo relevante a dizer. Você precisa apenas de uma boa história para repercutir na internet.

O mais importante é focar no conteúdo, não na quantidade

7 milhões de visitantes é um número interessante, mas o mais importante da campanha vencedora foram os 34 mil vídeos de pessoas dizendo coisas boas sobre Queensland. Se somarmos os espectadores desses vídeos a longo prazo, o impacto da campanha é impressionante.

Crie uma razão para as pessoas interagirem

Outro elemento que deu certo foi o fato das pessoas poderem votar nos vídeos. Isso significou que após a gravação, os candidatos precisavam trabalhar na divulgação.

O poder de criação dos internautas

Pesquisas indicam que entre 1% e 10% dos usuários das redes sociais criam conteúdo. No entanto, esse índice tem potencial de atingir um número de pessoas enorme. A criação de conteúdo pelos usuários pode ser uma arma secreta da sua próxima campanha.

Faça campanha duradoura

Uma das funções do escolhido para o cargo de zelador da ilha é atualizar um blog com notícias sobre o dia a dia das atividades. O vencedor postará também vídeos e imagens do local. Ou seja, a campanha ainda tem potencial. Isso pode ser chamado de calda longa.

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E-mail Marketing, alguns erros frequentes

Quarta, jul 15th, 2009

Não ter permissão para enviar mensagens

Não ter permissão para enviar mensagens é o erro mais sério. Existem muitas maneiras para conseguir endereços de e-mail, mas somente uma consegue endereços válidos: solicitar ao usuário/contato por cadastro. Adquirir bases de dados de procedência duvidosa e/ou enviar mensagens não solicitadas (SPAM) faz com que a reputação da empresa seja prejudicada nos servidores de e-mail e também com os usuários.

Mensagens de baixa relevância

A mensagem de e-mail mais lida através de uma base (DBM) é a primeira enviada, pois trazem informações vagas sobre o conteúdo que será enviado posteriormente. Esse efeito se chama: teaser. Embora seja legal para causar curiosidade, o resultado pode ser inverso no e-mail seguinte. Então, a alta taxa de cliques (CTR) deve ser aproveitada logo no primeiro envio, para já começar uma ação de relacionamento e fidelização com o target (público alvo).

Não usar mensagens personalizadas

A combinação nome e sobrenome é obrigatória, porém deveria ser usado informações demográficas, sócio econômicas e comportamentais para oferecer diferentes tipos de conteúdo aos diferentes perfis de contatos. Quem é que nunca recebeu um e-mail do tipo: “Fulano de Tal, conheças nossos novos lançamentos de bolsas de couro”, e esse fulano na verdade ser do sexo masculino. Nesse caso, o que adianta saber o nome completo do usuário?

Mensagens com deficiência

Criar um template de e-mail marketing não é o mesmo que criar uma peça para mídia impressa ou página de web. Construir esses templates da mesma forma como de um site, afetará a visualização das mensagens. Alguns recursos utilizados no desenvolvimento de páginas web não devem ser aplicados na criação de um template de e-mail marketing.

Não otimizar imagens

Na grande maioria dos webmails e softwares de e-mail, a exibição de imagens é bloqueada por padrão. Por isso, é imprescindível usar as alt tags nas imagens que contêm texto e que são importantes para a compreensão da mensagem. Quando o usuário abre uma mensagem com imagens bloqueadas, ele vê apenas uma área branca, se elas não tiverem textos alternativos.

Não mensurar resultados

Muitos profissionais acreditam que o papel do e-mail marketing termina quando o usuário visualiza a mensagem. Mensurar os resultados significa planejar as próximas ações, verificar o que deu certo, o que é bem aceito e quais os maiores interesses do público.

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Sam Walton, o cliente que nunca mais volta

Sábado, jun 27th, 2009

Sam Walton, em abertura de um programa de treinamento para os seus funcionários.

“Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.”

“Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.”

“Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.”

Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.”

“Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranquilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos.”

“Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.”

Você deve estar pensando que ele é uma pessoa quieta e paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se.

Sabe quem é ele?

EU SOU O CLIENTE QUE NUNCA MAIS VOLTA!

“Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua empresa.”

“Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de cortesia”.

“CLIENTES PODEM DEMITIR TODOS DE UMA EMPRESA, DO ALTO EXECUTIVO PARA BAIXO, SIMPLESMENTE GASTANDO SEU DINHEIRO EM ALGUM OUTRO LUGAR.”

Sam Walton é fundador da maior rede de varejo do mundo: Wal-Mart.

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Otimizar campanhas no AdWords

Sexta, jun 26th, 2009

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Campanha Viral do Nokia N96

Segunda, jun 1st, 2009

Pesquisando pelo Nokia N96, acabei revendo uma campanha viral da Nokia no ano passado, que usou a lenda Bruce Lee. O video teve mais de 50 mil acessos em 3 dias. Se não fosse o You Tube bloqueado todo  ano na China, e com mais de 300 milhões de internautas…

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Renderização de E-mail Marketing

Sexta, mai 29th, 2009

Mesmo com a tecnologia avançando tanto na área web, usuários e desenvolvedores ainda se deparam com diferenças de renderização entre os navegadores web. Não poderia ser diferente com os clientes de e-mails que não entendem certas tags HTML e seletores ou propriedades CSS.

Segue regrinhas básicas acerca dos softwares/clientes web de e-mails como: Gmail, Hotmail, Yahoo!, IG, Terra, UOL, BOL, Outlook Express, Windows Mail e Live Mail:

1. O CSS deve ser inline: escritos junto as tags HTML;

2. Evitar propriedades como float, clear, position, list-style-image e background-image;

3. Evitar tableless (<div>). Dê preferência pelo método tradicional de tabelas (<table>);

4. Não usar as tags HTML strong, em e del, para e-mails a serem disparados no Terra Mail. Todos os demais aceitam, com exceção a tag ol;

5. Não usar tags de formulários como form, input, textarea, etc. Prefira links (a href=”") para um URL externo, para que o formulário possa ser processado via HTTP;

6. Gmail, BOL e UOL suportam videos e animações em Flash, mas não é recomendado usar esse tipo de midia em e-mail marketing;

7. Não ultrapassar 23 caracteres, no campo de Assunto;

8. Não usar somente imagens no corpo do e-mail (<img>). É preciso ter pelo menos alguma frase em texto;

9. Não ultrapassar 600px de largura para não comprometer a área de visualização.

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O cliente quer X, mas quer pagar pelo Y

Quarta, abr 22nd, 2009

Quando um novo cliente surge e diz pra você: “Eu te procuro porque eu quero injetar o meu negócio na web, quero bombar na internet, quero virar referência, quero usar essas coisas de Google, quero que meu site apareça na primeira página igual o meu concorrênte X, e quero um design bem bonito mas fácil para as pessoas entenderem“, etc. O que você pensa? Fica contente por descobrir um cliente consciente.

Então, se dedica para fisgá-lo pensando como ele pode se tornar um case, você apresenta resumidamente as etapas para injetar a empresa dele na internet. Mas ele diz: “Entendi. Legal. Mas eu quero meu site em Flash, bem bonito (colorido, com coisas piscando), inovador como o site do Ciclano (e ele te passa uma referência 100% em Flash, pesado e com uma péssima navegação)”.

Tudo o que você pensou sobre o grau de consciência dele, cai por água abaixo:

Sempre cai no gosto pessoal do cliente. Ele não sabe o que é certo.

O seu papel é mostrar que, fazendo como ele quer não chega em lugar nenhum. Então, você tem que falar da mina de ouro, e falar do contrato para que ele tenha um operário para explorar o minério.

Todo cliente quer o Tudo, mas não quer saber das etapas, dos prazos e custos. Se ele procura o profissional certo para isso, é porque ele está ciente de que precisa “ceder” aos caprichos de outrém. Errado.

O cliente quer X, mas quer pagar pelo Y.

Portanto, diz a voz do profissionalismo: se você quer fazer acontecer o seu desejo, confiando nas mãos de quem sabe fazer, precisa aceitar as condições:

Contrato, prazo e custo.

Quem teria coragem de pedir o valor, para fazer X mas entregar Y, que vai contra o desejo do cliente?

Marketing Digital

Segunda, mar 30th, 2009

Desde 2008, aqui no Brasil, só se fala da crise. Quem achou que tal crise não iria afetar a economia brasileira, estava errado, mesmo que num grau bem inferior em relação a outros países. Algumas empresas sofrem seus impactos, reduzindo todo o seu investimento em propaganda. Se uma empresa que já vinha investindo em propaganda está cortando gastos, imagina uma empresa que pensava em investir em propaganda… Esse nome “Propaganda“, enquanto soa como música nos ouvidos de alguns, é motivo de “medo” para outros.

Um comercial institucional de 30′ na TV em horário nobre é fortuna para a maioria das empresas. Isso causa “aversão” na mente das pequenas pessoas, ops, nas mentes pequenas que desejam se tornar caso de sucesso, divulgando seus produtos ou serviços, como se estivessem metralhando com uma AK-47 para todos os lados: para o consumidor.

Em tempos de crise, há motivos de sobra para acreditar que as ações de Marketing Digital podem ter melhor retorno do que as ações de marketing em meios off-line.

O desafio é explicar ao cliente que marketing digital não mais significa Publicidade na Internet. Já passou o tempo em que associávamos o marketing digital à publicidade na internet.

Uma propaganda em revista, rádio ou TV tem complexidades maiores para ser mensurada; já nas ações on-line, ferramentas de Web Analytics são capazes de mostrar que o banner fez seu usuário comprar um produto. Mostram de que parte no Orkut seu visitante está acessando o seu site e até mesmo quais  links no e-mail marketing foram mais clicados, quantas vezes e por quem. Ou seja, usando o marketing digital para desenvolver ações para a sua empresa, você consegue conhecer melhor os usuários do seu site e entender melhor quais  motivações fizeram com que ele chegasse ao site de sua marca, produto ou serviço. Não se trata de simplesmente colocar um banner na página, e rezar para alguém clicar.

O erro de algumas pessoas que investem mais forte em ações on-line é achar que as ações de marketing digital vão sair mais baratas que as ações off-line. Um banner na home de um grande portal pode custar tão caro quanto uma propaganda em horário nobre na TV ou no domingo em um jornal.

Colocar um banner na página é uma coisa. Criar ações on-line para serem mensuradas, é outra coisa.